Adolescentes
Dentição permanente, cárie, trauma, prevenção e o acompanhamento de quem já não é criança — ainda no ritmo da odontopediatria.
Odontopediatria
Com a Profa. Esp. Camila Galão França — especialista em Odontopediatria pela Unicamp.

Cárie na dentição de leite, primeira consulta do bebê, criança que já teve uma experiência ruim no dentista: a odontopediatria trata a boca e, ao mesmo tempo, constrói confiança.
A Profa. Esp. Camila Galão França atende adolescentes, crianças e bebês. Especialista pela Unicamp, com 25 anos de consultório. Integrou a rede de saúde pública por 19 anos, com foco em bebês. Na Ceppto, é coordenadora na gestão dos cursos de pós-graduação e está à frente da coordenação dos cursos de Odontopediatria.
Trabalhos
Dentição permanente, cárie, trauma, prevenção e o acompanhamento de quem já não é criança — ainda no ritmo da odontopediatria.
Primeira consulta no aparecimento do primeiro dente ou até o primeiro ano. Orientação de higiene, amamentação e o que esperar da dentição.
Hábitos, dieta, flúor e o ritmo certo de acompanhar. Menos surpresa depois, mais clareza agora.
Diagnóstico e tratamento da cárie na dentição decídua, sem tratar a criança como um adulto em miniatura.
Recuperar dentes de leite e permanentes jovens com técnica adequada à idade e ao tamanho da boca.
Quando a cárie ou o trauma chega à polpa: pulpotomia e pulpectomia em dentes decíduos, com indicação clara.
Queda, batida, dente amolecido ou quebrado. A consulta organiza o que fazer na hora e o que acompanhar depois.
Chupeta, dedo e outros hábitos que interferem no crescimento. Avaliação e orientação no momento certo.
Manejo de comportamento e tempo de consulta para quem já teve uma experiência ruim — ou nunca foi ao dentista.
Proteção das superfícies mais vulneráveis e reforço preventivo, quando o caso pede.
Quando o desenvolvimento da boca pede só observação, e quando vale conversar com outra especialidade.
A Sociedade Brasileira de Odontopediatria recomenda a primeira visita no aparecimento do primeiro dente ou até o primeiro ano. Também vale vir quando há dor, mancha, trauma, hábito persistente ou medo acumulado.